Podemos dizer que marca é a união de recursos tangíveis
e intangíveis , simbolizados num logotipo, gerenciados de forma
adequada e que
criam influência e geram valor. A marca representa o sistema integrado
complexo de todos os recursos de uma organização, que promete
e
entrega soluções desejadas pelas pessoas.
é o conjunto
de ações ligadas à administração
das marcas. Tomadas com conhecimento e competência, essas ações
levam as
marcas além da sua natureza econômica, passando a fazer
parte da cultura, influenciando e simplificando as nossas vidas, num
mundo de
relações cada vez mais confusas, complexas e desconfiadas.
Porquê, tendo sua marca uma atuação
mundial ou uma apenas local, você deve buscar a otimização
do valor dela em relação ao faturamento
gerado. Branding não é um trabalho fácil, e não
se trata apenas de criar logotipos, desenhar embalagens e vender sacadinhas
de propaganda
que afaguem o ego dos envolvidos.
Muitas empresas já investiram fortunas em
comunicação, sem que suas marcas parassem de se enfraquecer,
perdessem margens de lucro,
participações de mercado e, pior, a confiança dos
seus públicos. Essas empresas se desvalorizaram.
Ao iniciarmos uma consultoria estratégica e de ,
atuamos como orientadores das organizações, apoiando sua
análise e recuperação,
oferecendo suporte em todas as etapas do planejamento estratégico.
O mundo está mudando de forma muito rápida, mas todas
essas transformações só reforçam a importância
e o destaque que as marcas tem e
terão no futuro. A marca não deve apenas ser boa de imagem,
precisa, sobretudo, gerar riqueza desde a relação honesta
e eficaz com os seus
públicos.
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Consumidores
de internet já conhecem bem o .
Falam mal, acham “invasivo”, entram em blogs e fóruns de discussão
e o
confundem com o spam (mensagem eletrônica não solicitada,
enviada em massa). Porém, esses mesmos consumidores de internet
recebem,
diariamente, newsletter do seu jornal diário predileto. Passam
horas lendo notícias do seu assunto de interesse. Navegam em lojas
virtuais,
compram e recebem informativos semanais de ofertas. Compram essas ofertas.
Recebem informações sobre pagamento, sobre cadastro,
sobre eventos, etc, etc. E o que são esses emails que já
fazem parte da rotina diária dessas pessoas? São emails
marketing.
Quem trabalha com internet já sabe que
o email marketing é uma mídia muito utilizada. Sabe-se
que o recebimento e o envio de emails são as
atividades mais realizadas pelos internautas, seguidas, de longe, pela
leitura de notícias e por diversão. De acordo com estudo
de
comportamento de usuários realizado pelo CGI, o email é
o principal motivo de acesso à internet. Logo o possui um alcance
incomparável e não é possível imaginar empresas
que não utilizem esse canal de comunicação pois
é de extrema importância para o
relacionamento com os clientes.
O é uma das melhores
estratégias de relacionamento existentes atualmente: permite
segmentar, personalizar e mensurar os
retornos com muita facilidade e precisão. É um dos maiores
responsáveis pelo branding da marca: segundo pesquisa da Bredin
Business
Information (2007), 30% das empresas tiveram uma melhor imagem de um
fornecedor através do email marketing que receberam. Porém,
aliado ao seu baixo custo, também é uma ação
de marketing tentadora para qualquer empresa, pois pode conseguir retorno
imediato, uma
válvula de escape para alcançar as metas mensais.
Mas é justamente por essa atitude de profissionais despreparados
que o spam ganha força. E esses profissionais não fariam
email marketing
“desesperadamente” se, de certa forma, não desse resultado. Logo
temos o seguinte cenário:
Ao fazer sem nenhuma preocupação
com o retorno geral, o mercado acaba criando uma legião de contatos
que não desejam
mais receber seus emails (por não fazerem parte do perfil ou
não estarem em seu momento de compra). Muitas vezes esses emails
são
remetidos como spam: os contatos fazem isso para se defender de empresas
sem ética que não respeitam seu desejo de saírem
da lista e
acabam remetendo diversos emails marketing como spam, o que prejudica
a reputação de empresas sérias.
Claro que isso não aconteceria se todas as empresas
trabalhassem eticamente. E por todo este trabalho não profissional,
os provedores acabam
criando novas e novas regras, sempre com o propósito de barrar
emails marketing indesejados. Para que o mercado (contatos e provedores)
se
adeque a algumas normas do email marketing é preciso, primeiro,
que as empresas passem a trabalhar dentro dessas normas.
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